GÓTICA
O coiote preto uiva
Acompanhando vozes
Profanas de um coral
De corvos brancos crocitando.
A gaze da noite se esgarça
Envolvendo a bruma indefinida
Sobre imagens opacas.
Gritos se alteiam num abismo
Vestido de escuridão sombria.
Não há possibilidades de contemplação.
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