OTÁVIO CORAL
Quem será que mora em mim?
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CONCLUSO

 

 

Um medo incontido nublou

aquela face tão luminosa.

Havia um amor resguardado

por entre frestas semi-ocultas

que se mantinha silencioso.

O gestos se mantiveram vivos

com o a onipresença do ar.

Um mundo de certezas se vislumbra

num horizonte aproximado.

 

 

 

 

 

Otávio Coral
Enviado por Otávio Coral em 21/10/2026
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